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Evitar o preconceito em sala de aula é fundamental. É preciso mostrar aos alunos a importância de respeitar as diferenças para que o convívio com os colegas seja o mais saudável possível.

Respeito, empatia e solidariedade, alguns dos valores essenciais para ajudar a evitar o preconceito, fazem parte das chamadas competências socioemocionais. O desenvolvimento dessas competências, juntamente com a inteligência emocional, tem sido reconhecido no meio educacional como um dos pilares necessários para a vida no século XXI. Além das competências cognitivas, que permitem aos alunos aprender a ler, escrever, calcular, analisar, etc., as competências socioemocionais são muito importantes no mundo atual, pois permitem desenvolver relações sociais, exercer a cidadania, tomar decisões com autonomia e colaborar para o bem comum. Também evitam e combatem diferentes formas de preconceito. Por isso, é imprescindível que esse tipo de assunto seja abordado também em sala de aula.

Neste texto, apresentamos estratégias para você saber como lidar com o preconceito e evitá-lo em sala de aula. Confira!

1. Leve diversidade cultural para a sala

Levar para a sala de aula adereços sobre diferentes culturas é uma ótima forma de fazer com que os alunos saibam que existe uma diversidade entre povos e regiões no país. Se os estudantes apenas lerem nos livros, pode ser que essa diferença não fique tão clara para eles. Permita que sintam, ouçam, vejam e conheçam itens interessantes, como:

·        palavras e dialetos;

·        músicas;

·        contos populares;

·        histórias de imigrantes;

·        instrumentos musicais, entre outros.

Dessa forma, fica mais fácil engajar os seus alunos.

2. Exponha os alunos a diferentes pessoas e ambientes

Caso a escola consiga, leve-os a uma viagem de campo. Essa é uma ótima forma de inovar em suas aulas. Exemplos de lugares interessantes de se conhecer:

·        feira étnica;

·        restaurante especializado em comida típica de outra região;

·        vizinhança onde tenha mais diversidade.

O importante é mostrar aos estudantes que o mundo é cheio de pessoas e culturas diferentes, e que devemos respeitar cada uma delas. Assim, fica mais fácil evitar o preconceito tanto em sala de aula como fora dela.

3. Implemente lições explícitas sobre racismo e resolução de conflitos

Não podemos fingir para as crianças que não existem problemas e desafios relacionados a diferentes culturas e etnias, que precisam ser superados. Por isso, mostre aos seus alunos exemplos que retratam algumas situações de preconceito e explique que é essencial combatê-lo para vivermos em um mundo que seja melhor para todos.

4. Converse com os estudantes sobre justiça social

Mostre aos seus alunos o trabalho de organizações e movimentos que promovem a tolerância e a compreensão entre as pessoas. Também é muito interessante discutir algumas opções de carreira que envolvam esse tipo de atividade.

5. Use livros para explorar tópicos difíceis

Os livros oferecem inúmeros caminhos e abordagens para apresentar aos estudantes assuntos mais densos ou subjetivos, além de permitir que eles tenham autonomia para interpretar as informações e formar uma opinião a respeito. É interessante, também, usar em sala de aula algumas opções que compartilhem experiências pessoais de indivíduos, como livros de biografia, por exemplo.

Além de incentivar a leitura individual, é preciso envolver os alunos em discussões sobre o que foi abordado no livro, para que eles compartilhem o que aprenderam e tenham a oportunidade de ouvir outros pontos de vista. Durante esses momentos, o professor deve ajudar a desconstruir alguns conceitos, como o de que a cor bege pode ser chamada de cor da pele.

Trabalhar com os alunos para evitar o preconceito em sala de aula é muito importante na sociedade em que vivemos. Mobilizar os conhecimentos sobre nossa sociedade, sua história e cultura, assim como desenvolver competências socioemocionais, são medidas que ajudam a incentivar os alunos a adotarem o respeito e a integração das diferenças.

Gostou de aprender mais sobre como evitar o preconceito em sala de aula? Então, confira mais posts aqui em nosso blog e fique por dentro de outras dicas a respeito do mundo da educação!


A educação integral é muito importante para o desenvolvimento de crianças e adolescentes, além de contribuir para uma sociedade melhor. Esse termo vai além do tempo que o estudante permanece na escola.

Em muitos países, a educação é vista como prioridade. Isso porque, por meio dela, é possível construir um futuro melhor para a nação e para as pessoas que a habitam. Por isso, é muito importante começarmos a investir nesse processo.

Neste texto vamos explicar o que é a educação integral e como é possível praticá-la nas escolas. Confira!

O que é educação integral?

O desenvolvimento de uma comunidade acontece com mais qualidade e oportunidades quando é baseado na educação. Sem ela, fica difícil haver progresso, por isso é muito importante dar apoio e relevância a essa questão em nossa sociedade.

A educação integral é qualquer processo com potencial educativo. Não se trata apenas de passar mais tempo na escola. Contempla todas as dimensões do sujeito e envolve outros princípios.

Como funciona a educação integral?

Existem cinco pilares que sustentam o conceito de educação integral. São eles:

O primeiro desses pilares mostra que o estudante deve estar no centro do planejamento do processo educativo. Tudo que é relacionado à educação deve ser pensado, também, de acordo com as demandas e interesses dos alunos.

Além disso, a aprendizagem permanente mostra que o ser humano é múltiplo, ou seja, temos várias dimensões. Entre elas estão:

Estamos em constante formação. Por isso, é importante ver o processo de aprendizagem como contínuo, progressivo e sem barreiras.

A inclusão também é muito importante nesse processo. Isso porque somos todos diferentes e devemos respeitar e integrar essas diferenças, inclusive, na prática educadora.

O quarto pilar é a gestão democrática, que busca assegurar que os estudantes tenham participação ativa na comunidade. Para que a educação integral esteja alinhada aos interesses de todos, é preciso que os alunos participem do processo de decisão.

Por último, a territorialidade nos mostra que o lugar que habitamos também é fonte de aprendizado. Participar ativamente do desenvolvimento da comunidade, buscar melhorias, implementar novos projetos e atividades, entre outras medidas, ajudam o aluno a encontrar sua identidade e valorizar a região onde vive.

Como trabalhar com a educação integral nas escolas?

A educação integral está sendo cada vez mais discutida nas escolas brasileiras. Isso porque é um processo que impacta positivamente o desenvolvimento de crianças e jovens e, consequentemente, contribui para melhorar questões sociais e políticas

Quer melhorar a prática pedagógica? Mostramos a seguir algumas formas de fazer isso nas escolas.

Olhe nos olhos dos alunos

Uma maneira de começar a praticar a educação integral em sala de aula é olhar nos olhos dos alunos, ou seja, dar atenção total a cada um e ouvir o que eles têm a dizer.

Leve outros profissionais para a sala de aula

Convidar profissionais para explicar os diferentes tipos de ofício na sala de aula, relacionando-os a algum conteúdo que eles aprenderam. Dessa forma, fica mais fácil contextualizar o aprendizado.

Varie as atividades

Ensine por outros meios, utilizando atividades práticas, como dança, música, jogos, etc. Por isso, não deixe de inovar e experimentar novas maneiras de ensinar, associando com o componente curricular.

A educação integral é um caminho para a melhoria de uma comunidade Por meio dela é possível desenvolver cidadãos mais participativos, engajados e comprometidos com o desenvolvimento de sua região.

Agora que você já sabe o que é a educação integral e como aplicá-la na escola, assine nosso programa de conteúdos educacionais e receba mais dicas e materiais! Clique aqui.



Os desafios do século XXI demandam dos alunos atitudes que vão muito além de técnicas para decorar conteúdos e tirar boas notas. Grandes fluxos de informações em tempo real, uso de smartphones, novas mídias e tecnologias e as constantes mudanças sociais e políticas do mundo globalizado exigem competências da educação socioemocional que podem ajudar as novas gerações a fazer boas escolhas e a atuar de maneira positiva em situações cada vez mais complexas.

A educação socioemocional desenvolve competências que permitem aos alunos entender e direcionar de maneira positiva seus sentimentos e emoções, complementando o processo de educação integral junto das competências cognitivas.

Neste post, vamos apresentar algumas competências socioemocionais e sugerir técnicas de ensino para que os alunos as desenvolvam. Confira!

Qual é a importância de ter educação socioemocional nas escolas?

A escola é um dos primeiros locais onde a criança tem a oportunidade de conviver em um contexto social além do núcleo familiar. Por isso, é importante que ela aprenda a trabalhar em equipe, a ter empatia e cooperação, entre outras características necessárias para desenvolver relações e ter atitudes positivas na sociedade.

Além disso, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) indica que o desenvolvimento socioemocional faz parte das competências para o século XXI, que devem ser incentivadas dentro das escolas com o objetivo de fornecer uma formação integral para os estudantes. A partir de 2020, todas as instituições de Ensino Fundamental e Ensino Médio precisarão ter essas competências em seus currículos.

Quais são as principais habilidades a serem desenvolvidas?

A educação socioemocional visa desenvolver capacidades que estimulem os estudantes a encontrar soluções mais criativas, além de contribuir para a formação de uma sociedade mais justa. Vamos falar a respeito de algumas das habilidades a serem trabalhadas por meio desse conceito.

Autoconhecimento

Trata-se de conhecer a si mesmo, ou seja, entender os próprios pensamentos, emoções, valores e história, além de perceber como eles influenciam o seu comportamento. Uma pessoa que desenvolve o autoconhecimento é capaz de se autoavaliar, apontando seus pontos fortes e fracos. Dessa forma, fica mais fácil aproveitar suas qualidades e melhorar suas limitações para se desenvolver progressivamente.

Autocontrole

O autocontrole é a habilidade de compreender os próprios pensamentos, emoções e comportamentos, para então entender o que motiva seus sentimentos e ações e poder direcioná-los de forma que contribuam para o seu bem-estar e para o do próximo. Dessa forma, fica mais fácil gerenciar o estresse, controlar os impulsos e ter foco em objetivos.

Consciência social

Habilidade desenvolvida ao praticar a empatia, ou seja, ao se colocar no lugar do outro. Esta é a definição de consciência social. Implica em entender os pontos de vista de pessoas que têm realidades diferentes da sua.

Habilidades sociais

São desenvolvidas com objetivo de criar e manter relacionamentos saudáveis com outras pessoas. Comunicar-se claramente, ouvir bem e cooperar são características de uma pessoa com ótimas habilidades sociais.

Tomada de decisão responsável

Para tomar decisões responsáveis, a pessoa precisa saber fazer escolhas construtivas sobre o comportamento pessoal e interações sociais, baseadas em valores como respeito, justiça e solidariedade. Deve avaliar as consequências das próprias ações e os possíveis impactos a serem provocados em si mesmo e nos outros.

Como preparar os alunos?

Para ajudar os alunos da sua escola a desenvolver essas habilidades, é preciso, primeiro, qualificar e atualizar os educadores. Investir em formação é sempre uma ótima opção, já que, dessa maneira, os profissionais têm acesso a novas metodologias e abordagens para o ensino, o que dá mais flexibilidade e possibilidades a seu trabalho.

Fazer com que os alunos envolvam suas famílias no aprendizado também é fundamental. Uma opção é sugerir tarefas de casa que permitam a participação e o acompanhamento dos familiares. Dessa forma, a família se envolve mais com a educação do aluno, o que torna o aprendizado mais significativo.

A educação socioemocional é muito importante para o desenvolvimento integral dos alunos. Além disso, com o desenvolvimento dessas habilidades, o estudante terá mais facilidade em aproveitar o aprendizado da escola de forma a construir seu projeto de vida baseado em valores humanos e cidadania. Quanto maior o investimento e a dedicação à educação emocional dos alunos, mais eles demonstrarão aptidão para uma postura cidadã e atitudes colaborativas na sociedade.

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