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A integração tecnológica nas redes de ensino brasileiras deixou de ser um diferencial para se tornar uma exigência normativa central com a aprovação da BNCC da Computação. Este complemento à Base Nacional Comum Curricular estabelece que o ensino de conceitos computacionais deve ser transversal e obrigatório.
Com a implementação obrigatória batendo à porta das secretarias de educação para o ano letivo de 2026, o ciclo do PNLD Fundamental Anos Iniciais de 2027 surge como a principal ferramenta estratégica para que os municípios garantam materiais de qualidade, alinhados às novas competências de cultura digital.
Nesse cenário, a disponibilidade de obras que traduzam a complexidade tecnológica em práticas de sala de aula acessíveis torna-se um pilar indispensável para o cumprimento das exigências legais, garantindo que o estudante tenha acesso à educação digital.
Mas o que é a BNCC da Computação e quais são seus prazos?
A BNCC da Computação é um documento complementar à BNCC, regulamentado pela Resolução CNE/CEB nº 1/2022. Ela estabelece diretrizes para que os sistemas de ensino incorporem a computação em seus currículos, preparando os estudantes para interagir com o mundo digital de forma crítica, ética e cidadã.
De acordo com o Conselho Nacional de Educação (CNE), a adequação curricular deve ocorrer ao longo de 2026, servindo como base para a transformação pedagógica das redes. Este marco legal é decisivo para a gestão pública, pois a adequação não é opcional: a implementação plena e obrigatória deve ocorrer a partir desse período.

Essa norma é importante, pois exige que o setor educacional inclua objetivos e habilidades organizados em três eixos fundamentais: pensamento computacional, mundo digital e cultura digital. Com isso, é possível garantir que o aluno esteja preparado para o futuro no mercado de trabalho. Confira a explicação completa:
Pensamento Computacional
Foca em estratégias cognitivas para a solução de problemas. Envolve lógica, algoritmos e a capacidade de decompor desafios complexos em partes menores.
Mundo Digital
Aborda a compreensão física e lógica das tecnologias, abrangendo hardware, software, redes de comunicação e o funcionamento da internet.
Cultura Digital
Trata das práticas sociais e éticas mediadas pela tecnologia, promovendo a cidadania, a segurança digital e a reflexão sobre os impactos da tecnologia na sociedade.
PNLD 2027: o Caminho para a tecnologia em sala de aula
O PNLD 2027 chega com uma missão clara: consolidar a aprendizagem e modernizar as ferramentas didáticas. Para os Anos Iniciais, o programa introduz o Objeto 1 – Categoria 1 e 2, que inclui especificamente o componente de Educação Digital e Midiática.

Essa inclusão é vital porque permite que as escolas recebam volumes impressos e digitais focados exclusivamente em desenvolver as competências exigidas pela BNCC da Computação.
Na SM Educação, nossas obras submetidas ao edital foram desenhadas para alinhar a alfabetização eficiente (foco do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada) com a alfabetização digital, garantindo que o aluno aprenda a ler o mundo e os códigos que o cercam.
Aprender Juntos: Educação Digital e Midiática
Antecipando-se aos desafios das redes públicas, a SM Educação apresenta no ciclo de 2027 a obra Aprender Juntos – Educação Digital e Midiática. Este material foi estruturado para atender rigorosamente ao complemento da BNCC da Computação, trazendo diferenciais que facilitam a vida do gestor e do professor:
- Metodologia plugada e desplugada: sabemos que a infraestrutura varia. Por isso, a obra permite trabalhar algoritmos e lógica mesmo sem dispositivos eletrônicos constantes, utilizando recursos visuais que apoiam a inclusão.
- Aprendizagem baseada em narrativa: os conteúdos são apresentados de forma lúdica através de uma história ficcional contínua, garantindo engajamento e contextualização.
- Educação maker e criativa: os estudantes são incentivados a serem protagonistas, imaginando e construindo soluções para problemas reais de sua comunidade.
- Cidadania digital: o material foca no uso ético, seguro e responsável das redes, prevenindo riscos e promovendo o respeito no ambiente virtual.

Para entender como esta obra pode ser implementada na sua rede, consulte o nosso FAQ do PNLD.
A implementação prática: desafios e oportunidades
Embora o governo federal aponte que mais de 65% das escolas públicas já possuem conectividade adequada, a implementação da computação ainda enfrenta barreiras. De acordo com especialistas, o sucesso da norma depende de uma visão sistêmica que una infraestrutura, currículo e, principalmente, formação docente.
Um dos maiores desafios reside na disparidade de infraestrutura entre as regiões urbanas e rurais, onde a falta de equipamentos e de manutenção tecnológica pode comprometer a equidade no ensino.
A grande oportunidade, neste cenário, reside na democratização do acesso ao conhecimento técnico e analítico. Os materiais didáticos de ensino digital atuam como o principal caminho para incentivar que o aluno não seja apenas um espectador da tecnologia e passe a ser um criador consciente.
O papel da Secretaria e da equipe gestora
A implementação da BNCC da Computação deve seguir etapas estruturadas pela Secretaria de Educação:
- Instituir um Grupo de Trabalho (GT): profissionais dedicados à atualização do Referencial Curricular da rede.
- Definir a estratégia de inserção: a rede pode optar por um componente curricular específico (como a obra de Educação Digital da SM) ou pela transversalidade*.

- Formação continuada: a formação é “rigorosamente indispensável”. Os professores precisam dominar não apenas a ferramenta, mas a pedagogia por trás do pensamento computacional.
- Infraestrutura e Wi-Fi: garantir a cobertura nos espaços pedagógicos, seguindo a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec).
Preparando os alunos para o futuro digital
Implementar a BNCC da Computação por meio do PNLD 2027 é um ato de igualdade social. É garantir que o aluno da escola pública tenha acesso às mesmas competências de inovação e criação que o mercado de trabalho do século XXI exige.
A SM Educação reafirma sua posição como aliada estratégica das redes públicas de ensino, oferecendo a solidez de quem entende a sala de aula e a inovação de quem olha para o futuro. Escolher essa parceria é garantir um currículo atualizado, professores capacitados e alunos integrados ao mundo digital.
Sua rede está pronta para 2026? Clique aqui e fique por dentro de todas as etapas do PNLD Anos Iniciais 2027.
Lidar com a implementação de um novo idioma na grade curricular da escola, por si só, é um grande desafio. Esse processo, no Brasil, deve seguir uma série de recomendações, como as previstas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em relação ao ensino de inglês.
Por meio de diretrizes, a BNCC orienta as escolas na elaboração dos currículos, para que haja uma equivalência quanto aos conteúdos em todo o país.
Logo, é indispensável entender o que esse documento normativo prevê para que a sua instituição de ensino esteja alinhada às suas diretrizes.

Neste conteúdo, traremos os detalhes desse processo para ajudar você a entender se a sua escola está seguindo as orientações da BNCC da melhor maneira. Acompanhe!
O ensino de inglês na BNCC: um novo caminho para a educação brasileira
Uma das primeiras e principais recomendações da BNCC é a obrigatoriedade da Língua Inglesa a partir do 6º ano (Ensino Fundamental – Anos Finais).
Ao regulamentar quais seriam as aprendizagens essenciais a serem trabalhadas nas escolas brasileiras, o esquema curricular proposto organizou as habilidades do ensino de inglês em cinco eixos:
- ORALIDADE – Práticas de compreensão e produção oral de língua inglesa, em diferentes contextos discursivos presenciais ou simulados, com repertório de falas diversas, incluída a fala do professor.
- LEITURA – Práticas de leitura de textos diversos em língua inglesa (verbais, verbo-visuais, multimodais) presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem articulação com os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas.
- ESCRITA – Práticas de produção de textos em língua inglesa relacionados ao cotidiano dos alunos, em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem a escrita mediada pelo professor ou colegas e articulada com os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas.
- CONHECIMENTOS LINGUÍSTICOS – Práticas de análise linguística para a reflexão sobre o funcionamento da língua inglesa, com base nos usos de linguagem trabalhados nos eixos Oralidade, Leitura, Escrita e Dimensão Intercultural.
- DIMENSÃO INTERCULTURAL – Reflexão sobre aspectos relativos à interação entre culturas (dos alunos e aquelas relacionadas aos demais falantes de língua inglesa), de modo a favorecer o convívio, o respeito, a superação de conflitos e a valorização da diversidade entre os povos.
Dessa forma, as aulas passam a ser estruturadas de acordo com essas práticas de linguagens, de maneira a promover uma comunicação efetiva e contextualizada entre os estudantes, expandindo seu repertório linguístico.
Aprender a língua inglesa propicia a criação de novas formas de engajamento e participação dos alunos em um mundo social cada vez mais globalizado e plural, em que as fronteiras entre países e interesses pessoais, locais, regionais, nacionais e transnacionais estão cada vez mais difusas e contraditórias. Assim, o estudo da língua inglesa pode possibilitar a todos o acesso aos saberes linguísticos necessários para engajamento e participação, contribuindo para o agenciamento crítico dos estudantes e para o exercício da cidadania ativa, além de ampliar as possibilidades de interação e mobilidade, abrindo novos percursos de construção de conhecimentos e de continuidade nos estudos. É esse caráter formativo que inscreve a aprendizagem de inglês em uma perspectiva de educação linguística, consciente e crítica, na qual as dimensões pedagógicas e políticas estão intrinsecamente ligadas.
página 241 da BNCC.
Quais são as habilidades e competências previstas pela BNCC?
Cada categoria de instituição educacional, seja pública ou privada, vai construir sua base curricular a partir das habilidades e competências que a BNCC propõe que sejam trabalhadas ao longo da Educação Básica dos estudantes.
Ou seja, o foco passa a ser desenvolver essas habilidades e competências a partir da articulação do conteúdo em sala de aula.
Habilidades
As habilidades previstas no documento oficial da Base Nacional Comum Curricular para o Ensino Fundamental estão distribuídas em tabelas com cada um dos cinco eixos, divididas por ano e acompanhadas das unidades temáticas e objetos de conhecimento.
Logo, é indispensável acessar o conteúdo disponibilizado no site da BNCC para acompanhar toda essa estrutura da melhor forma.

Competências
A Base elenca competências específicas da Língua Inglesa, que estão ligadas a cada área do conhecimento, como referência para a elaboração do currículo. São elas:
- Identificar o lugar de si e o do outro em um mundo plurilíngue e multicultural, refletindo, criticamente, sobre como a aprendizagem da língua inglesa contribui para a inserção dos sujeitos no mundo globalizado, inclusive no que concerne ao mundo do trabalho.
- Comunicar-se na língua inglesa, por meio do uso variado de linguagens em mídias impressas ou digitais, reconhecendo-a como ferramenta de acesso ao conhecimento, de ampliação das perspectivas e de possibilidades para a compreensão dos valores e interesses de outras culturas e para o exercício do protagonismo social. Identificar similaridades e diferenças entre a língua inglesa e a língua materna/outras línguas, articulando-as a aspectos sociais, culturais e identitários, em uma relação intrínseca entre língua, cultura e identidade.
- Elaborar repertórios linguístico-discursivos da língua inglesa, usados em diferentes países e por grupos sociais distintos dentro de um mesmo país, de modo a reconhecer a diversidade linguística como direito e valorizar os usos heterogêneos, híbridos e multimodais emergentes nas sociedades contemporâneas.
- Utilizar novas tecnologias, com novas linguagens e modos de interação, para pesquisar, selecionar, compartilhar, posicionar-se e produzir sentidos em práticas de letramento na língua inglesa, de forma ética, crítica e responsável.
- Conhecer diferentes patrimônios culturais, materiais e imateriais, difundidos na língua inglesa, com vistas ao exercício da fruição e da ampliação de perspectivas no contato com diferentes manifestações artístico-culturais.
Elaborando o currículo e o plano de aula de inglês em sua escola
É imprescindível dizer que esses eixos, embora tratados de forma separada na explicitação da BNCC, estão intrinsecamente ligados nas práticas sociais de usos da língua inglesa e devem ser assim trabalhados nas situações de aprendizagem propostas no contexto escolar. Em outras palavras, é a língua em uso, sempre híbrida, polifônica e multimodal que leva ao estudo de suas características específicas, não devendo ser nenhum dos eixos, sobretudo o de Conhecimentos linguísticos, tratado como pré-requisito para esse uso.
página 245 da BNCC.
Para implementar tais demandas, é importante que haja uma genuína revisão do processo de ensino nas escolas.
Os docentes devem estar prontos para lidar com a necessidade de formação adicional, seja com uma profunda reavaliação de métodos ou a partir do investimento em formação continuada e capacitação por parte da gestão escolar.
Além disso, manter-se atualizado sobre todas essas definições da BNCC é o caminho para construir planos de aulas de língua inglesa que contemplem tudo o que o processo de aprendizagem demanda.
Assim, o desafio de garantir uma educação integral, que vai além de ensinar conteúdo e desenvolver o indivíduo em diversas dimensões, estará muito mais próximo de ser superado.

O livro didático é um dos materiais mais importantes durante o processo de alfabetização. Isso porque ele pode ajudar tanto o professor a preparar e dar aula como o aluno a estudar em casa.
Por isso, é muito importante fazer uma escolha que atenda os dois lados.
Com o uso do livro, fica mais fácil para o educador guiar as aulas e saber qual conteúdo trabalhar para desenvolver as competências dos estudantes.
Além disso, o livro permite flexibilidade, não impedindo a utilização de outras ferramentas de ensino.
Neste conteúdo, mostramos como os livros didáticos impactam o processo de alfabetização. Acompanhe!
Entenda a importância do livro didático
O livro didático é um dos materiais mais usados em sala de aula. Com ele, o aluno consegue acompanhar o que o professor ensina.
O docente, por sua vez, pode planejar melhor suas aulas, direcionando o conteúdo de forma mais clara.
Sendo assim, também pode utilizar o livro didático para consultar os conteúdos, além das habilidades e competências de cada ciclo escolar.
O livro também serve como material de apoio para a preparação das aulas, ajudando a otimizar o tempo do profissional, já que contém imagens, atividades e exercícios prontos e também para serem feitos pelos alunos.
Com o livro didático, os alunos conseguem acompanhar o que está sendo ensinado em sala de aula e podem estudar em casa todo o conteúdo.
Mais do que isso, o livro ainda traz exercícios que os ajudam a fixar a matéria.
Quais são as características de um livro didático?
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) regulamenta quais são as aprendizagens essenciais a serem trabalhadas nas escolas do Brasil.
Grande parte dos conteúdos necessários é abordada nos livros didáticos. Esse tipo de material é composto por algumas características. São elas:
- Textos
- Imagens
- Sugestões de atividades
- Exercícios
- Bibliografia utilizada na preparação do conteúdo.
Antes de selecionar um livro adequado para determinada turma, é preciso que o professor e os coordenadores da escola façam reuniões para analisar as opções e escolher a melhor conforme suas necessidades.
É importante lembrar que o educador não precisa utilizar somente um material. O livro principal é escolhido, mas é possível complementar o ensino com outros recursos, como livros paradidáticos, vídeos, websites.
Como escolher um bom livro para o processo de alfabetização?
Para selecionar a opção adequada, é preciso ler todo o conteúdo e analisar se ele está de acordo com o projeto político-pedagógico e com o currículo da instituição.
É muito importante que o conteúdo do material didático esteja organizado e atualizado conforme as mais recentes diretrizes educacionais.
Documentos como a BNCC apontam que a alfabetização deve ocorrer nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental.
Além disso, os textos a serem utilizados no processo precisam mostrar como a linguagem se materializa em práticas sociais, com objetivo de facilitar a comunicação.
Dessa forma, ao escolher o livro didático, o educador tem que se atentar à função social dos textos propostos no material.
Os alunos devem desenvolver sua alfabetização apoiados em conteúdos reais e contextualizados, deixando de lado textos artificiais.
Uma boa dica é ouvir a opinião de outros educadores sobre livros que eles já utilizaram e qual foi a percepção. Assim, você poderá obter diferentes opiniões a respeito de um único material.
O livro didático, mesmo tendo um papel importante no aprendizado de alunos, não deve ser o único material utilizado por professores.
Até mesmo para conseguir mais engajamento dos estudantes, é necessário propor atividades diferentes durante as aulas, inclusive as que envolvem tecnologia.
Agora você já sabe como escolher um livro didático e qual é a sua importância!
Caso precise de ajuda, a SM Educação está à disposição para ajudar você nesse processo. Entre em contato!
O livro didático utilizado em sala de aula é uma ferramenta muito importante tanto para o educador quanto para os alunos. A escolha do livro pode ser bem difícil, por haver diversas opções disponíveis no mercado. No entanto, é possível otimizar essa tarefa, escolhendo uma editora de livros didáticos de qualidade. Para isso, alguns critérios podem ser analisados e aprovados no processo de consideração.
O aprendizado dos alunos e a maneira como o professor dá aula podem ser mais simplificados, dependendo do livro utilizado em sala. Para ajudar você a saber o que analisar antes de escolher uma editora, fizemos este post. Quer mais detalhes? Confira!
O que define uma boa editora de livros didáticos?
Cumprir alguns critérios que colocam a editora como referência de mercado pode fazer toda a diferença no ensino do educador e no aprendizado do aluno. Uma boa editora possui as seguintes características:
- Participa do processo de criação da obra.
- Está sempre aberta às opiniões dos coordenadores pedagógicos e educadores, visando à melhoria do material.
- Edita e organiza os conteúdos de acordo com os documentos normativos e prescritivos da legislação vigente.
- Realiza revisões criteriosas para evitar erros de qualquer natureza nas publicações.
Portanto, saber como é o trabalho da editora é fundamental na hora de escolher o livro didático que será utilizado em sala de aula. Assim, não ficam dúvidas de que há um esforço para a entrega de um material de qualidade.
Como escolher uma editora de livros didáticos?
A editora escolhida deve atender a todos os critérios que fazem com que o livro didático seja excelente. O material tem papel importante no aprendizado de crianças e adolescentes, além de ser um instrumento poderoso para o trabalho do educador. Por meio dele, é possível ter ideias de como abordar determinado assunto em sala e qual a melhor maneira de fazer o direcionamento dos conteúdos básicos que serão abordados. Vamos falar de algumas características que devem ser observadas em uma editora antes da escolha.
Apresentar propostas inovadoras
Inovar nas aulas pode ser muito interessante. Dessa forma, os alunos ficam mais engajados e se habituam a um ambiente de mudanças. Escolher uma editora que apresente propostas inovadoras e que permitam dar aulas mais criativas é ideal para o ensino. No entanto, é preciso que o livro esteja atualizado para não comprometer o aprendizado.
Ter adequação de acordo com o perfil do aluno e a estrutura curricular
Antes de escolher o livro didático, é preciso saber se ele estará de acordo com a idade e o perfil do aluno, com o objetivo de facilitar o processo de aprendizagem. Linguagem, vocabulário e construção de frases acessíveis e compatíveis com a série ajudam o estudante a entender o conteúdo. Além disso, o conteúdo de cada componente curricular precisa estar organizado de forma clara de acordo com as propostas oficiais que norteiam a aprendizagem na educação básica.
Ser alinhada com a identidade da escola
Escolher um livro e só depois descobrir que ele não se encaixa na identidade da escola pode ser muito ruim para o ensino e o aprendizado. Com o intuito de evitar que esse tipo de situação ocorra, é preciso que o professor/coordenador pedagógico avalie a proposta das publicações e verifique se é compatível com o Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola.
Por que escolher a SM Educação?
A escolha dos livros didáticos utilizados em sala de aula deve atender a uma série de requisitos. A SM Educação é uma parceira da escola, ou seja, ajuda e propõe a solução para os estabelecimentos de ensino de acordo com as respectivas necessidades. Além disso, dá suporte para o uso dos materiais, com uma equipe de assessores bem treinados para esse tipo de atividade.
Saber escolher uma editora de livros didáticos ajuda de várias formas: os alunos têm o aprendizado mais eficiente e completo, e os professores contam com apoio para o seu trabalho dentro da escola. Por isso, na hora de selecionar os materiais a serem utilizados, veja se a editora cumpre os requisitos gerais e quais as especificidades da escola, para que o livro seja um complemento rico ao processo educativo.
Gostou de saber o que analisar ao escolher os livros didáticos? Entre em contato com a gente para entender como funciona o nosso processo de elaboração e oferta de conteúdos e serviços educativos!
Nos últimos anos, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi amplamente debatida nas pautas de educação — esse documento foi um dos que mais recebeu contribuições e sugestões na história do país. Isso mostra o quanto ele é importante, não apenas para os educadores, mas para todos.
O documento sobre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental foi aprovado pelo Ministério da Educação no dia 20 de dezembro de 2017. Já para a etapa do Ensino Médio, a homologação ocorreu em 14 de dezembro de 2018. As instituições de educação básica no Brasil deverão, obrigatoriamente, orientar seus currículos com base nas diretrizes da BNCC. Por isso, é importante entender como esse documento funciona e quais são suas propostas para o ensino e para a aprendizagem.
Se você ficou interessado e quer saber mais sobre esse assunto, não deixe de ler até o final. Redigimos este conteúdo para explicar o que é esse documento e quais os seus pontos principais. Vamos lá?
O que é a BNCC e como ela funciona?
A BNCC é um conjunto de diretrizes que orienta a organização dos currículos na educação básica e define o conjunto de habilidades e competências que devem ser progressivamente desenvolvidas pelos alunos ao longo dos ciclos escolares.
O documento não deve ser visto como uma regra absoluta ou um currículo pronto, mas como um encaminhamento que norteará os objetivos pedagógicos em cada etapa escolar. Essa base deverá ser seguida tanto em escolas da rede pública quanto em estabelecimentos de redes particulares.
Por meio da BNCC, cada instituição terá autonomia para construir seu currículo, usando as estratégias pedagógicas que sejam mais adequadas para planejar, desenvolver e avaliar o aprendizado voltado ao desenvolvimento de competências, habilidades e níveis de cognição em cada componente curricular.
Quais os objetivos da BNCC?
A elaboração desse documento objetiva prover à escola uma base de referência para compor seus currículos, homogeneizando o percurso de aprendizagem nas instituições de ensino, seja nas escolas públicas, privadas, rurais ou urbanas. Com a BNCC, espera-se diminuir as desigualdades na educação e, mais importante, aumentar a qualidade do ensino no Brasil.
A Base Curricular tem o objetivo de preparar os alunos e desenvolver habilidades e competências importantes para o século XXI. Também visa modernizar as práticas pedagógicas e os recursos, incentivando a atualização das instituições e do corpo docente.
De maneira geral, os objetivos da BNCC são:
· formar cidadãos mais críticos e engajados em seu meio sociocultural;
· desenvolver habilidades para resolver problemas;
· estimular a autonomia e o protagonismo para tomar decisões;
· formar cidadãos colaborativos para o trabalho em equipe;
· promover o respeito à diversidade;
· desenvolver a capacidade de argumentação.
O foco é o desenvolvimento integral do aluno. A busca da igualdade educacional considera as singularidades desse processo, o real acesso e a permanência de todos na escola, com direito a aprendizagem genuína e significativa.
Quais as principais competências da BNCC?
Para assegurar a aprendizagem dos alunos, a BNCC indica competências gerais, comuns a todos os componentes curriculares, que norteiam o trabalho dos professores. As competências são definidas como a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver situações complexas da vida cotidiana, com pleno exercício da cidadania, permitindo que o aluno leve o aprendizado para todas as áreas da vida e se desenvolva integralmente.
A Base Curricular estipula dez competências que são consideradas fundamentais:
· valorização dos conhecimentos adquiridos;
· pensamento crítico, criativo e científico;
· valorização das manifestações artísticas e culturais;
· comunicação;
· cultura digital e tecnologia;
· autogestão;
· argumentação;
· autoconhecimento;
· empatia e trabalho em equipe;
· autonomia, responsabilidade e resiliência.
Nesse contexto, o foco é desenvolver habilidades e competências cognitivas, sociais e pessoais dos alunos. Dessa maneira, o conteúdo se torna uma ferramenta de aprendizagem que permite desenvolver habilidades e competências progressivamente.
Como incluir a BNCC na instituição de ensino?
Primeiramente, é necessário atualizar o currículo da escola e revisar todo o projeto pedagógico para se adequar às competências estipuladas pela Base. Além do mais, é primordial a formação e atualização contínua dos educadores.
As transformações devem ser comunicadas com muita clareza aos pais e ao corpo escolar para que todos entendam e desempenhem seus papéis na transformação educacional. Ainda nesse contexto, a modernização dos materiais didáticos é fundamental para se adequar às direções da BNCC.
As mudanças esperadas com a implementação da BNCC, de maneira geral, trazem expectativas de mudanças na educação e constantes melhorias no ensino. A ideia é formar estudantes mais críticos, criativos e preparados para transformar a sociedade em que vivem.
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