As sereias que conheci
Poema de versos livres que, em diálogo com ilustrações, mostra o crescimento de uma menina até tornar-se uma pessoa idosa, tendo como marcos temporais seus encontros com sereias negras. Essas entidades, vindas de mitologias afro-brasileiras ou africanas, circulam no imaginário mítico e cultural Brasil-África, fruto do trânsito de africanos escravizados durante a diáspora africana para Américas e ilhas do Caribe no período colonial. Assim, a obra reúne sereias provenientes de países falantes de português, como Kianda (Angola) e Nzuzu (Moçambique), e também as locais, como nossa Iara amazônica e nossa rainha do mar, Iemanjá.
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