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O que são competências socioemocionais?

Vivemos em um mundo plural, conectado e com muitas informações. Isso por si só exige de nós algumas competências como: 

Para garantir a formação integral de nossas crianças e jovens é preciso oportunizar o desenvolvimento dessas competências socioemocionais, que são a capacidade das crianças e adolescentes de saberem lidar melhor com as próprias emoções, com situações conflituosas e em terem uma melhor relação com o próximo. Esse desenvolvimento é realizado por meio dos saberes atitudinais, tanto no ambiente familiar como escolar.

O desenvolvimento na prática

Na escola, este trabalho começa pela organização de espaços de aprendizagem, que devem favorecer as experiências, a integração e a partilha. É importante deixar de colocar as crianças enfileiradas em uma posição em que fica claro o papel passivo de “receber” e não de “fazer”.

Então, passamos a organizar espaços variados de aprendizagem, como grupos, pares e estações de rotação. Assim, possibilitamos estas interações e quebramos os estereótipos da sala, o que contribui para o estímulo das competências socioemocionais.

Quando convidamos os alunos a variar as equipes de trabalho, estamos permitindo que eles tenham contato com novos pontos de vista, novos saberes e que possam aprender uns com os outros.

A palavra “nós” deve fazer parte do vocabulário da sala de aula. Logo, é fundamental que o professor procure sempre dizê-la, incluindo-se nas interações e buscando este novo olhar para suas práticas como mediador no processo de aprendizagem. 

Precisamos que nossas crianças e jovens observem o mundo com olhos mais generosos, abertos a múltiplas possibilidades e que saibam criar soluções para preservar o meio em que vivemos e a integridade do outro.

Esta aprendizagem ocorre não apenas com atividades específicas, mas também quando a escola se torna um espaço de diálogo e reflexão, utilizando as metodologias ativas e oportunizando a participação real dos estudantes. 

Assim, eles não mais repetirão conceitos, mas desenvolverão habilidades e, consequentemente, competências que lhes permitirão viver e conviver neste novo mundo que se desenha de um modo muito mais responsável, ético e colaborativo.

Estratégias que favorecem o trabalho com as competências socioemocionais

A escolha das estratégias deve sempre favorecer o desenvolvimento das habilidades previstas. É imprescindível que não se organize o planejamento a partir das estratégias, mas sim, pelas habilidades. 

Devemos começar definindo o que desejamos que o estudante aprenda, qual a função desta aprendizagem e quais os caminhos a serem percorridos para que aconteça de modo real e significativo. 

Outro ponto é lembrar que competências socioemocionais são desenvolvidas ao longo de um processo e que a gradativa ampliação das habilidades tornará possível este desenvolvimento.

Sendo assim, vamos começar por onde desejamos chegar com este trabalho para depois listarmos estratégias variadas que serão escolhidas de acordo com o processo de aprendizagem em que se encontra cada turma.

As competências socioemocionais estão presentes na descrição das dez competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), nos convidando a pensar nos saberes atitudinais presentes no aprender. 

O uso de diferentes mídias no processo

– Literatura

Boas histórias nos ajudam a entender quem somos, o mundo em que vivemos, nossas emoções, a nos colocarmos no lugar do outro, a conhecer outros pontos de vista. Por isso, a literatura é uma excelente ferramenta para trabalharmos as competências socioemocionais.

São muitos os títulos que temos à nossa disposição no mercado. Mas temos algumas dicas de como escolher o livro e como utilizá-lo de modo a atingir nossos objetivos. 

Para conferir, acesse a seguir o material com todas as orientações para saber como aproveitar esse recurso a favor de aulas mais conectadas.

– Filmes 

Como as boas histórias dos livros, os filmes também podem ser ferramentas positivas para nos ajudar a discutir as competências socioemocionais, desde que sua exibição esteja alinhada com a intencionalidade pedagógica da ação que visa ao desenvolvimento da habilidade proposta.

Não use o filme como apenas um atrativo. Não trabalhe somente o tema. Discuta as possibilidades de reflexão, contextualize com a realidade, amplie as discussões além da história e permita que as crianças falem sobre as relações que fizeram.

– Jogos 

Os jogos são um ótimo atrativo para todas as idades. O desafio, as estratégias e a conquista são ações que mobilizam as pessoas. 

O uso dos jogos em sala de aula é uma estratégia muito eficaz para o desenvolvimento das competências esperadas para o século XXI e pela BNCC: saber lidar com desafios, propor soluções para as situações-problema, trabalhar com metas, trabalhar em equipe, lidar com obstáculos e conflitos, argumentar, criar estratégias, ter maior interatividade, usar linguagem tecnológica.

Em qualquer idade, os jogos ajudam a refletir sobre o fazer, organizar e desorganizar, construir e reconstruir, crescer nos aspectos culturais e sociais como parte essencial de uma sociedade.

Outras atividades que mudam as atitudes diárias 

As competências socioemocionais serão desenvolvidas quando vividas, interiorizadas e fizerem parte da rotina diária das crianças e jovens. Implantar pequenas ações no dia a dia escolar fará a diferença no desenvolvimento de sua turma.

Organização da sala:

Varie a organização da sala, oportunizando o relacionamento de todos. Faça atividades em duplas, pequenos grupos, círculo para plenária. Oriente os alunos a mudarem de dupla, grupo e a se sentarem em lugares variados. 

Conhecer pontos de vista diversos e trabalhar com pessoas diferentes nos ajudam a crescer e a olhar o mundo de modo plural. 

Quadro de combinados:

Elabore com a turma o quadro de combinados. Não traga pronto ou vá sugerindo. Peça que as crianças e jovens definam os combinados de convivência. Isto faz com que se apropriem destas ações e busquem um melhor caminho para se relacionoar.

– Assembleias:

Determine um dia da semana para reunir a turma e discutirem os problemas ocorridos no período e buscar soluções. 

Use esta prática também para quando precisarem tomar decisões coletivas. É importante que exercitem a cidadania, o olhar coletivo e a empatia.

– Diário de bordo das emoções:

Incentive as crianças e jovens a escreverem diários, registrando os fatos que vivenciam, as emoções, procurando olhar para si e refletindo quanto a buscar caminhos para seu próprio desenvolvimento.

– Diálogo e reflexão:

Faça do diálogo e da reflexão práticas em seu dia a dia em todos os estudos promovidos. Isso faz com que as crianças e os jovens se habituem a dialogar, analisar as situações e possibilidades e tomar decisões. Use as metodologias ativas em sua prática.

– Painel de notícias:

Crie em sua sala um painel para as notícias do cotidiano. Você e sua turma devem trazer notícias que aconteceram no dia ou na semana para serem lidas e discutidas. 

De acordo com a faixa etária de sua turma, traga notícias que possibilitem aos alunos argumentar sobre os comportamentos descritos, tanto positivos, quanto negativos, e dar soluções quando necessário.

A educação brasileira enfrenta uma série de desafios que colocam à prova métodos antigos de ensino e abrem cada vez mais espaço para as tendências pedagógicas. Para 2020, as nossas escolas precisam ficar de olho em novidades que envolvem, principalmente, a transformação digital, aprendizagem ativa e diversidade.

As tendências na educação podem ser consideradas estimativas sobre o que será essencial para as práticas pedagógicas nos próximos anos, a partir do que vem dando certo nas salas de aula atualmente. São mudanças e presunções que envolvem a relação professor-aluno, avanços tecnológicos na educação e novos planos para o ensino.

Para professores, coordenadores de escolas e outros profissionais da educação, as tendências pedagógicas são fundamentais para planejar estratégias escolares e saber como se manter em destaque no mercado. Continue lendo este artigo e entenda cinco tendências importantes!

1. Flexibilização curricular

Levar para a sala de aula temas em discussão na sociedade é uma das práticas que tendem a se reforçar nos próximos anos. É nisso que consiste a flexibilização curricular: trazer o debate sobre direitos humanos, sustentabilidade e igualdade social para junto das disciplinas tradicionais no currículo escolar.

O maior acesso a espaços livres de discussão no dia a dia, como as redes sociais, vem contribuindo para um perfil de aluno mais crítico e questionador, que prefere se desenvolver de forma mais flexível e contextualizada em seu percurso educativo. Esse cenário exige adaptações por parte das escolas, as quais precisam tornar suas abordagens mais diversificadas.

2. Educação inclusiva

O investimento em educação inclusiva parte do princípio de que todos merecem uma educação de qualidade. As escolas têm se preocupado cada vez mais com alunos especiais, adaptando seus espaços e qualificando os educadores para que o ensino seja adequado às necessidades desse público. Essa é uma das principais tendências pedagógicas para os próximos anos.

3. Aprendizagem ativa

Métodos de ensino tradicionais determinavam às crianças uma função passiva no processo de aprendizado na maior parte do tempo. O aluno era tido como aquele que apenas ia à escola absorver determinado conteúdo programático.

Hoje, as coisas mudaram. Valoriza-se muito mais um processo que permite praticar por mais tempo a aprendizagem ativa, tendo o aluno como parte integrante do processo de ensino e aprendizado. Essa abordagem prioriza o trabalho em equipe e o estímulo ao pensamento crítico.

4. Celular na sala de aula

Longe de ser um vilão dos professores, o celular é um ótimo recurso quando integrado ao processo de ensino. Cada vez mais cedo, os alunos possuem smartphone, tablet e outros dispositivos móveis com acesso à internet, o que abre a possibilidade de o professor utilizar, em atividades na sala de aula, recursos como livros digitais, pesquisas em sites de busca e aplicativos.

5. Gamificação

Outra tendência que une tecnologia e sala de aula é a técnica da gamificação. Trata-se do uso de elementos de jogos digitais para tornar o aprendizado mais dinâmico e estimular a interação entre os participantes.

Já existem programas que usam QR codes (sigla em inglês para quick response, ou “código de resposta rápida”, em português). Esses códigos de barras em 2D são facilmente escaneados por uma câmera de celular. Então, são convertidos em textos interativos nos dispositivos móveis e integram o participante ao jogo. Pistas, narrativas e fases são alguns dos elementos da gamificação que permitem ao aluno imergir nos assuntos!

Cabe ao professor se atualizar em relação às tendências pedagógicas e aprimorar suas dinâmicas em sala de aula. Essas são algumas das estratégias que acompanham o perfil do aluno contemporâneo. Por isso, devem servir de apoio para as práticas pedagógicas da escola.

Se essas informações foram úteis para você, ajude-nos a fazer com que elas cheguem a mais profissionais da educação. Basta compartilhar este artigo nas suas redes sociais!


Alguns estudantes apresentam sérias dificuldades de aprendizagem, que podem comprometer seu desenvolvimento. Nesse sentido, um dos maiores desafios dos educadores é identificar as dificuldades individuais dos alunos e definir qual é a melhor abordagem pedagógica em cada caso.

O primeiro passo para ajudar um aluno nessas condições é observar seu comportamento durante as atividades na sala de aula e identificar desvios de atenção e dificuldades reincidentes. Depois disso, é muito importante que o professor pense em abordagens diferentes que possam auxiliar no ensino. 

Neste texto, explicamos como é possível ajudar o aluno que apresenta dificuldade de aprendizagem. Continue lendo para conhecer algumas estratégias que podem ser utilizadas.

Como ajudar um aluno que tem dificuldades de aprendizagem?

O professor tem um papel muito importante no aprendizado de todos os seus alunos. No entanto, aqueles que apresentam maior dificuldade precisam de mais atenção. É fundamental tomar algumas atitudes para que nenhum estudante chegue ao fim do ano letivo com lacunas de aprendizagem, que podem comprometer seu desenvolvimento futuro.

Nem sempre é fácil identificar o problema de alguém nos primeiros dias de aula. Se você desconfiar que o aluno tem algum transtorno que necessite de diagnóstico médico, como autismo ou déficit de atenção, primeiramente deve encaminhá-lo para avaliação especializada com profissionais da área de saúde.

Caso o diagnóstico seja comprovado, é preciso que o professor siga algumas abordagens diferentes para ajudar o aluno. Vamos apresentar a seguir algumas dicas do que fazer nesse tipo de situação.

Promova a integração

É fundamental promover a integração crescente entre os alunos, a comunidade escolar e a sociedade. Um aluno que possui dificuldades pode se sentir isolado ou até mesmo sofrer bullying dos colegas, o que comprometerá o desenvolvimento de suas competências socioemocionais e seu rendimento escolar.

Melhore a prática pedagógica

Para estimular seus alunos a ficarem mais engajados nas aulas, trabalhe para melhorar a prática pedagógica. Assim, você conseguirá fazer com que eles se interessem mais pelo assunto discutido.

Ofereça grupos de apoio e reforço

Uma opção bacana para ajudar alunos que têm dificuldade de aprendizagem é montar grupos de apoio fora do horário de aula. Nesse caso, o professor, junto à escola, deve procurar uma pessoa que fique responsável por esses grupos.

Para que essa ação tenha efeito positivo, os alunos precisam passar por avaliações periodicamente. Dessa forma, é possível evitar o surgimento de lacunas graves na aprendizagem, e fica mais fácil analisar a progressão de aprendizagem do aluno.

Converse com as famílias dos alunos

A relação entre família e escola é fundamental para que o estudante se sinta amparado, pois contribui para seu aprendizado. É importante que o professor e até mesmo o coordenador da escola conversem com os pais ou responsáveis pela criança para que eles também deem apoio a ela.

Combater a dificuldade de aprendizagem exige dedicação por parte do professor, do aluno e da família. Com essas dicas, você contribuirá para que seus estudantes superem obstáculos e obtenham ótimos resultados.

Gostou de saber quais atitudes tomar com alunos que têm dificuldade de aprendizagem? Então, siga-nos no Facebook e no Instagram para conferir outras dicas sobre educação!

 


O mundo avança progressivamente todos os dias, com o objetivo de nos dar mais conforto e facilitar o nosso dia a dia. Com essa evolução, chega também a tecnologia educacional, que pode trazer muitas vantagens para o aprendizado.

Utilizar ferramentas tecnológicas a seu favor no ambiente de trabalho pode ser uma ótima forma de ganhar reconhecimento e otimizar processos. Por isso, é importante saber quais são os recursos disponíveis e como utilizá-los.

Neste texto vamos ensinar o que é e como aplicar a tecnologia educacional na aprendizagem. Confira!

O que é tecnologia educacional?

A tecnologia educacional pode ser definida como o uso de recursos e softwares que ajudam tanto os alunos quanto os professores. O avanço tecnológico possibilita uma interação diferente com os alunos, de acordo com a realidade deles, considerando-se que a maioria das pessoas utiliza smartphones e computadores todos os dias.

Utilizando aplicativos e outras ferramentas, é possível engajar os alunos mais facilmente. É uma maneira de sair do formato convencional de aula, em que o aluno é apenas ouvinte. Os jogos, por exemplo, podem ser usados para ajudar os estudantes a fixarem um assunto que foi discutido anteriormente.

Quais são as vantagens de investir em novas soluções tecnológicas para o aprendizado?

Utilizar mais de uma maneira de transmitir o conhecimento aos alunos pode ser a chave para ter a atenção deles e colaborar para que desenvolvam diferentes habilidades. Falamos sobre algumas das vantagens de utilizar tecnologia na educação, a seguir.

Ensinar de forma mais dinâmica e atraente

Manter sempre o mesmo formato de aula pode ser desmotivador para as duas partes. Com o uso de tecnologias, o aprendizado pode se tornar mais interessante para os seus alunos, que se sentirão mais animados com a matéria e se dedicarão mais às aulas.

Acompanhar as tendências mundiais

A inovação também é uma forma de manter as pessoas mais interessadas. O uso de tecnologias educacionais que sejam novidades torna o ensino mais dinâmico e desafiador para os alunos, que estarão motivados.

Preparar o aluno para um futuro cada dia mais tecnológico

Todos utilizam a tecnologia para lazer ou para agilizar questões do dia a dia. Mas como usar para estudos e trabalho? A escola pode ajudar a responder essa pergunta ao adotar a tecnologia para resolver problemas, contribuindo para que o aluno desenvolva o raciocínio crítico e a habilidade de selecionar ferramentas confiáveis.

Reduzir a evasão e a reprovação

É comum vermos alunos que não gostam de ir às aulas, e que na primeira oportunidade abandonarão a escola. Com algumas ferramentas tecnológicas, fica mais fácil prender a atenção deles e fazer com que se sintam mais interessados no conteúdo transmitido.  

O uso de smartphones durante a aula, de forma paralela, sem intenção de aprendizagem, pode ser prejudicial. No entanto, a tecnologia educacional veio para facilitar o ensino do professor e ajudar o aluno a se sentir mais confortável no ambiente escolar, desde que a utilização das ferramentas seja planejada e mediada pelo professor, com intenções pedagógicas claras. Por isso, vale a pena apostar em novidades!

Agora que você já sabe o que é a tecnologia educacional e as suas vantagens, conte com a SM Educação para ajudar você nesse processo.


A educação integral é muito importante para o desenvolvimento de crianças e adolescentes, além de contribuir para uma sociedade melhor. Esse termo vai além do tempo que o estudante permanece na escola.

Em muitos países, a educação é vista como prioridade. Isso porque, por meio dela, é possível construir um futuro melhor para a nação e para as pessoas que a habitam. Por isso, é muito importante começarmos a investir nesse processo.

Neste texto vamos explicar o que é a educação integral e como é possível praticá-la nas escolas. Confira!

O que é educação integral?

O desenvolvimento de uma comunidade acontece com mais qualidade e oportunidades quando é baseado na educação. Sem ela, fica difícil haver progresso, por isso é muito importante dar apoio e relevância a essa questão em nossa sociedade.

A educação integral é qualquer processo com potencial educativo. Não se trata apenas de passar mais tempo na escola. Contempla todas as dimensões do sujeito e envolve outros princípios.

Como funciona a educação integral?

Existem cinco pilares que sustentam o conceito de educação integral. São eles:

O primeiro desses pilares mostra que o estudante deve estar no centro do planejamento do processo educativo. Tudo que é relacionado à educação deve ser pensado, também, de acordo com as demandas e interesses dos alunos.

Além disso, a aprendizagem permanente mostra que o ser humano é múltiplo, ou seja, temos várias dimensões. Entre elas estão:

Estamos em constante formação. Por isso, é importante ver o processo de aprendizagem como contínuo, progressivo e sem barreiras.

A inclusão também é muito importante nesse processo. Isso porque somos todos diferentes e devemos respeitar e integrar essas diferenças, inclusive, na prática educadora.

O quarto pilar é a gestão democrática, que busca assegurar que os estudantes tenham participação ativa na comunidade. Para que a educação integral esteja alinhada aos interesses de todos, é preciso que os alunos participem do processo de decisão.

Por último, a territorialidade nos mostra que o lugar que habitamos também é fonte de aprendizado. Participar ativamente do desenvolvimento da comunidade, buscar melhorias, implementar novos projetos e atividades, entre outras medidas, ajudam o aluno a encontrar sua identidade e valorizar a região onde vive.

Como trabalhar com a educação integral nas escolas?

A educação integral está sendo cada vez mais discutida nas escolas brasileiras. Isso porque é um processo que impacta positivamente o desenvolvimento de crianças e jovens e, consequentemente, contribui para melhorar questões sociais e políticas

Quer melhorar a prática pedagógica? Mostramos a seguir algumas formas de fazer isso nas escolas.

Olhe nos olhos dos alunos

Uma maneira de começar a praticar a educação integral em sala de aula é olhar nos olhos dos alunos, ou seja, dar atenção total a cada um e ouvir o que eles têm a dizer.

Leve outros profissionais para a sala de aula

Convidar profissionais para explicar os diferentes tipos de ofício na sala de aula, relacionando-os a algum conteúdo que eles aprenderam. Dessa forma, fica mais fácil contextualizar o aprendizado.

Varie as atividades

Ensine por outros meios, utilizando atividades práticas, como dança, música, jogos, etc. Por isso, não deixe de inovar e experimentar novas maneiras de ensinar, associando com o componente curricular.

A educação integral é um caminho para a melhoria de uma comunidade Por meio dela é possível desenvolver cidadãos mais participativos, engajados e comprometidos com o desenvolvimento de sua região.

Agora que você já sabe o que é a educação integral e como aplicá-la na escola, assine nosso programa de conteúdos educacionais e receba mais dicas e materiais! Clique aqui.



Os desafios do século XXI demandam dos alunos atitudes que vão muito além de técnicas para decorar conteúdos e tirar boas notas. Grandes fluxos de informações em tempo real, uso de smartphones, novas mídias e tecnologias e as constantes mudanças sociais e políticas do mundo globalizado exigem competências da educação socioemocional que podem ajudar as novas gerações a fazer boas escolhas e a atuar de maneira positiva em situações cada vez mais complexas.

A educação socioemocional desenvolve competências que permitem aos alunos entender e direcionar de maneira positiva seus sentimentos e emoções, complementando o processo de educação integral junto das competências cognitivas.

Neste post, vamos apresentar algumas competências socioemocionais e sugerir técnicas de ensino para que os alunos as desenvolvam. Confira!

Qual é a importância de ter educação socioemocional nas escolas?

A escola é um dos primeiros locais onde a criança tem a oportunidade de conviver em um contexto social além do núcleo familiar. Por isso, é importante que ela aprenda a trabalhar em equipe, a ter empatia e cooperação, entre outras características necessárias para desenvolver relações e ter atitudes positivas na sociedade.

Além disso, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) indica que o desenvolvimento socioemocional faz parte das competências para o século XXI, que devem ser incentivadas dentro das escolas com o objetivo de fornecer uma formação integral para os estudantes. A partir de 2020, todas as instituições de Ensino Fundamental e Ensino Médio precisarão ter essas competências em seus currículos.

Quais são as principais habilidades a serem desenvolvidas?

A educação socioemocional visa desenvolver capacidades que estimulem os estudantes a encontrar soluções mais criativas, além de contribuir para a formação de uma sociedade mais justa. Vamos falar a respeito de algumas das habilidades a serem trabalhadas por meio desse conceito.

Autoconhecimento

Trata-se de conhecer a si mesmo, ou seja, entender os próprios pensamentos, emoções, valores e história, além de perceber como eles influenciam o seu comportamento. Uma pessoa que desenvolve o autoconhecimento é capaz de se autoavaliar, apontando seus pontos fortes e fracos. Dessa forma, fica mais fácil aproveitar suas qualidades e melhorar suas limitações para se desenvolver progressivamente.

Autocontrole

O autocontrole é a habilidade de compreender os próprios pensamentos, emoções e comportamentos, para então entender o que motiva seus sentimentos e ações e poder direcioná-los de forma que contribuam para o seu bem-estar e para o do próximo. Dessa forma, fica mais fácil gerenciar o estresse, controlar os impulsos e ter foco em objetivos.

Consciência social

Habilidade desenvolvida ao praticar a empatia, ou seja, ao se colocar no lugar do outro. Esta é a definição de consciência social. Implica em entender os pontos de vista de pessoas que têm realidades diferentes da sua.

Habilidades sociais

São desenvolvidas com objetivo de criar e manter relacionamentos saudáveis com outras pessoas. Comunicar-se claramente, ouvir bem e cooperar são características de uma pessoa com ótimas habilidades sociais.

Tomada de decisão responsável

Para tomar decisões responsáveis, a pessoa precisa saber fazer escolhas construtivas sobre o comportamento pessoal e interações sociais, baseadas em valores como respeito, justiça e solidariedade. Deve avaliar as consequências das próprias ações e os possíveis impactos a serem provocados em si mesmo e nos outros.

Como preparar os alunos?

Para ajudar os alunos da sua escola a desenvolver essas habilidades, é preciso, primeiro, qualificar e atualizar os educadores. Investir em formação é sempre uma ótima opção, já que, dessa maneira, os profissionais têm acesso a novas metodologias e abordagens para o ensino, o que dá mais flexibilidade e possibilidades a seu trabalho.

Fazer com que os alunos envolvam suas famílias no aprendizado também é fundamental. Uma opção é sugerir tarefas de casa que permitam a participação e o acompanhamento dos familiares. Dessa forma, a família se envolve mais com a educação do aluno, o que torna o aprendizado mais significativo.

A educação socioemocional é muito importante para o desenvolvimento integral dos alunos. Além disso, com o desenvolvimento dessas habilidades, o estudante terá mais facilidade em aproveitar o aprendizado da escola de forma a construir seu projeto de vida baseado em valores humanos e cidadania. Quanto maior o investimento e a dedicação à educação emocional dos alunos, mais eles demonstrarão aptidão para uma postura cidadã e atitudes colaborativas na sociedade.

Agora que você já conhece a importância da educação socioemocional, siga as nossas redes sociais para ficar por dentro do mundo da educação! Estamos no Facebook e no Instagram!


O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio que afeta cerca de 5% das crianças e se caracteriza por sintomas como impulsividade, inquietude e desatenção. Alunos com TDAH podem ter prejuízos no rendimento escolar, pois o transtorno frequentemente faz com que as crianças apresentem dificuldade de concentração e hiperatividade durante as aulas, sendo um componente desafiador para o desenvolvimento do aprendizado.

Educadores que trabalham com crianças com essas características precisam se preparar, adotando métodos e estratégias pedagógicas para otimizar o ensino desses alunos. Além do mais, saber lidar com as diferenças de aprendizagem é importante para apoiar e elevar o desenvolvimento da criança, ajudando a integrá-la com os demais colegas de classe.

Neste texto, mostraremos cinco estratégias pedagógicas para ensinar alunos com TDAH. Continue a leitura e confira!

1. Variar a rotina de ensino

Alunos com TDAH tendem a dispersar e se entediar muito rápido. Por isso, em sala de aula, procure variar a rotina e foque em métodos que contribuam para melhorar a concentração das crianças. Atividades que incluem estímulos audiovisuais, computadores e livros coloridos são interessantes para diversificar o ensino — a diversidade de materiais aumenta o interesse dos alunos nas aulas.

Outro ponto importante é que muitas vezes essas crianças respondem melhor à aprendizagem prática, ou seja, para elas, é mais interessante fazer do que ouvir. Dessa forma, peça aos alunos que desenhem as estruturas que estão sendo ensinadas, dê aulas práticas no laboratório ou peça a eles que digitem o conteúdo em um computador.

Outra dica: interpretar cenas de história. Em vez de pedir leituras e resumos, organize atividades para os alunos encenarem os acontecimentos. Isso permite que os fatos e datas sejam gravados com mais facilidade.

2. Incentivar a prática e repetição

Essas crianças podem ter dificuldade para memorizar sequências, além de se desorganizarem com muita facilidade. Assim, elas tendem a esquecer conteúdos, fórmulas e conceitos — matérias que exigem aulas monótonas e decorativas são desafiadoras para alunos com TDAH.

Portanto, ao dar alguma instrução ou abordar um assunto com detalhes que exigem mais atenção da criança, incentive sempre a repetição em sala. Reforce a mesma metodologia no decorrer da aula (sem cansá-la, é claro) e sempre peça ao aluno que repita o que foi passado ou compartilhe a informação com um colega antes de iniciar alguma atividade.

3. Passar uma instrução por vez

Como a concentração dos alunos com TDAH é mais dispersa, procure dividir as atividades em partes bem delimitadas para não causar confusão. Além disso, dê uma instrução por vez, sempre fazendo contato visual para reforçar a informação.

Seja sempre muito claro sobre as tarefas, tanto as que serão feitas em casa quanto as de sala de aula. Estabeleça prazos e deixe bem explicadas as instruções.

4. Aplicar o reforço positivo

O reforço positivo é fundamental para alunos com TDAH. Sempre que a criança for bem-sucedida em alguma tarefa, aplique um feedback positivo por meio de elogios ou prêmios — palavras de incentivo, estrelinhas no caderno ou, até mesmo, um aceno positivo com a mão.

Em hipótese alguma aponte erros ou critique a criança. Alunos com TDAH precisam de encorajamento e suporte constantes. Destacar falhas pode fazer essa criança ficar introvertida e com baixa autoestima. A atitude positiva do educador é decisiva no aprendizado.

5. Manter uma boa comunicação com a família

A comunicação com os pais ou responsáveis de alunos com TDAH é fundamental para o desenvolvimento das crianças. Usar uma agenda como canal de comunicação é muito recomendado. Nela, os pais podem escrever sobre o comportamento diário do filho, e o educador pode fazer o mesmo sobre as questões relacionadas à escola.

Orientar os pais ou responsáveis sobre as dificuldades e necessidades da criança facilita o aprendizado dela. Por exemplo: peça a eles que encapem os livros e cadernos dos filhos com cores diferentes. Isso ajuda na organização e memorização dos materiais. Ter esse relacionamento com os pais é importante para que o aprendizado do aluno seja completo.

Alunos com TDAH são crianças muito inteligentes e têm muito potencial, desde que recebam a atenção necessária para se desenvolver. Seguindo essas dicas, você poderá personalizar o ensino e ajudar seus alunos a vencerem qualquer dificuldade.

Gostou dessas dicas para ensinar alunos com TDAH? Então, não deixe de conferir os 5 segredos para melhorar a prática pedagógica e aprenda a inovar cada vez mais!


Os desafios do educador na sociedade atual seguem em expansão. Não seria equivocado pensar que as mudanças em sala de aula estão direta ou indiretamente ligadas à tecnologia. Os softwares educacionais gratuitos representam bem as contribuições positivas que a tecnologia está trazendo para o processo de ensino-aprendizagem.

No entanto, ainda há aqueles que enxergam a tecnologia como uma vilã — quando, na verdade, disponibiliza uma série de ferramentas que vêm apoiando educadores pelo mundo.

Trata-se de recursos que devem ser vistos como aliados, desde que usados para objetivos educativos e objetivos pedagógicos. Veja, logo abaixo, alguns exemplos:

1. Plickers: avaliações em tempo real

O Plickers é indicado para fazer avaliações rápidas e em tempo real na sala de aula, ajudando os educadores a acompanhar o desempenho de suas turmas no dia a dia.

A ferramenta funciona da seguinte maneira: o educador cadastra as turmas e os alunos individualmente na versão web do Plickers, elabora as questões (múltipla escolha ou verdadeiro/falso) e, por meio da versão para dispositivos móveis, acessa as questões em formato de cards e os utiliza durante a aula.

Para corrigir o teste, os alunos recebem uma espécie de código impresso (gerado pela própria plataforma para identificar o estudante). O educador seleciona a questão no aplicativo para celular e a lança em um projetor. Em seguida, basta apontar a câmera do dispositivo para os códigos e deixar que o Plickers escaneie as respostas.

A ferramenta reconhece as respostas pelo formato do código. As informações colhidas permitem aos educadores identificar dificuldades, avaliar os alunos e traçar novas estratégias de ensino. O Plickers é um dos softwares educacionais gratuitos, exige conexão com a internet e está disponível somente em inglês.

2. G Suite for Education: várias ferramentas em um só lugar

O G Suite for Education é um programa em nuvem e gratuito oferecido pelo Google para tornar a rotina do professor e do estudante mais colaborativa e moderna.

A plataforma se destaca por integrar uma série de ferramentas conhecidas pelos usuários do Google: Google Classroom, Gmail, Google Docs, Google Drive, Google Agenda, websites (é oferecida gratuitamente uma ferramenta para criar um website da turma ou de um projeto), Hangouts e Google Vault.

O G Suite já vem sendo adotado em várias escolas (no Ensino Fundamental e Ensino Médio), universidades e cooperativas de educação domiciliar. Ele pode ser facilmente utilizado via web e dispositivos móveis.

Para se inscrever, educadores e alunos devem ter contas ativas no Google. O professor interessado em entender como usar com precisão o G Suite for Education tem acesso a um treinamento completo oferecido gratuitamente pelo Google. A implementação da plataforma leva, em média, seis semanas.

3. Simplifica: praticidade entre os softwares educacionais

O Simplifica é uma solução inteligente que serve para simplificar de diversas maneiras a vida do docente do Ensino Médio e otimizar o processo de aprendizagem. Ele é oferecido pela SM Educação, grupo de empresas de serviços educacionais que está presente em dez países e atua no Brasil desde 2004.

A plataforma funciona de maneira integrada ao gerador de provas e simulados da SM instalado em um computador.

Após baixar o app do Simplifica, é preciso cadastrar as turmas, os alunos individualmente e as provas. Para realizar a correção das provas ou dos simulados gerados, o aplicativo liga a câmera do celular para fazer um scanner de cada cartão-resposta, com identificação automática do aluno. Simples e prático!

Com esses poucos passos, o educador tem na palma da mão análises e estatísticas sobre o desempenho da turma e de cada aluno. Tudo isso diretamente no aplicativo. Gratuito, disponível em português e sem período de implementação, o Simplifica e os demais softwares educacionais indicados aqui são de grande ajuda para a rotina do professor e para a aprendizagem dos alunos.

O futuro começa na sala de aula! Baixe agora o aplicativo Simplifica, disponível na App Store e no Google Play.


Debates sobre diversidade estão cada vez mais presentes em nossa sociedade. Assuntos importantes que antes eram frequentemente negligenciados ou considerados tabu hoje são discutidos abertamente, influenciando mudanças políticas, culturais e sociais. Dessa forma, a comunidade escolar ainda está descobrindo quais são as melhores maneiras de falar sobre machismo, homofobia e racismo, por exemplo, o que acaba se tornando um desafio no dia a dia de trabalho de muitos professores. Por isso, às vezes se torna difícil saber como trabalhar a diversidade na escola.

Afinal, como é possível apresentar para as crianças as melhores formas de lidar com os preconceitos existentes sem gerar mais estigmas sociais? E mais: como auxiliar os alunos a aprenderem a empatia e desenvolverem o respeito ao próximo, independentemente da sua cor, gênero e orientação sexual?

Essas são perguntas com respostas complexas e, por isso, desenvolvemos este artigo para contribuir para essas discussões. Continue lendo para saber como trabalhar a diversidade com seus alunos!

Invista em dinâmicas de integração

Diversidade não é sinônimo de desigualdade. Uma das melhores formas de ensinar isso para as crianças é por meio de dinâmicas de integração, permitindo que convivam com as diferenças a partir da mediação do professor. Assim, valores como o respeito e a empatia podem ser desenvolvidos com mais facilidade, já que elas estão trocando experiências com seus colegas.

Vamos pensar em um exemplo para ilustrar? Na sala de aula, você pode lançar mão de um painel da diversidade, o qual propõe a personalização de um boneco feito de cartolina ou qualquer outro material. Assim, cada aluno deve realizar a sua criação, colocando suas características ou desejos pessoais.

Em seguida, quando a brincadeira terminar, todos devem colar seus bonecos de mãos dadas e aplicá-los no painel, representando a união e o respeito pela diversidade que a própria turma apresenta.

Use personagens da literatura infantil

Outro método bastante eficiente é o uso da literatura infantil. As crianças se identificam facilmente com os personagens de seus livros e, por isso, fica muito mais fácil atrair a sua atenção. Vale lembrar que é sempre interessante apresentar novos títulos de acordo com a faixa etária da turma.

Com essa atitude, você consegue aproximar a ficção da realidade, auxiliando as crianças a entenderem que cada pessoa é única, apresentando características singulares que devem ser respeitadas. Uma das histórias mais clássicas para trabalhar o tema é a do conto O patinho feio, do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.

Aplique atividades que estimulem a educação com valores

A valorização da diversidade é uma das premissas básicas do ensino integrativo. Educar os alunos em relação a aceitação e valorização das semelhanças entre as pessoas, bem como das características — físicas ou emocionais — que tornam cada sujeito único, faz com que a função social do respeito apareça.

Uma excelente forma de estimular essa valorização é por meio de atividades que fortaleçam os vínculos entre os alunos, propondo brincadeiras que ajudem a reconhecer a importância da amizade, do respeito, do amor ao próximo e da honestidade.

Fortaleça a autoestima com figuras representativas

Por fim, concluímos as nossas dicas com uma das posturas mais importantes do professor: fortalecer a autoestima dos alunos a partir da representatividade.

Assim como os adultos, as crianças também podem ter seu desenvolvimento limitado por preconceitos e imposições sobre sua aparência ou preferências pessoais. Lançar mão da representatividade na sala de aula ajuda a deixar o preconceito de lado e a enfraquecer esses estigmas, além de potencializar a autoconfiança e a autoestima de cada aluno.

Você percebe que, mesmo existindo desafios sobre como trabalhar a diversidade nas escolas, essa medida é importante para proporcionar aos estudantes a possibilidade de desenvolvimento integral? Ao investir em um espaço aberto ao diálogo e em atividades que estimulem valores humanos e desenvolvimento socioemocional, você cria um ambiente de trabalho mais positivo, ao mesmo tempo em que fortalece a confiança e a empatia dos seus alunos.

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Saber como engajar alunos durante a aula é um desafio. Isso porque, com o aumento do uso de smartphones, as distrações em sala aumentam e podem comprometer o aprendizado. No entanto, com algumas mudanças e adaptações, é possível reverter essa situação.

Existem diversas técnicas que podem ajudar no planejamento pedagógico para que o processo de aprendizagem dos alunos seja mais dinâmico e natural. Dessa forma, eles não se sentem desmotivados com a aula e têm mais facilidade de relacionar os novos conhecimentos ao seu contexto de vida.

Neste post, trazemos cinco dicas de como engajar os alunos no aprendizado. Confira!

1. Adote o ensino em duplas

Organizar a sala em duplas, com um estudante de frente para o outro, é uma excelente maneira de mantê-los engajados. Dessa forma, eles podem dividir suas opiniões com os colegas, já que a comunicação entre eles fica mais fácil, e é possível discutir a matéria, contribuindo para o aprendizado colaborativo.

2. Pratique o cooperativismo

Tente propor atividades em grupo, em que os estudantes precisem uns dos outros para chegar à solução do problema. Em grupo, eles podem unir ideias para definir estratégias e soluções, além de exercitar criatividade e habilidades sociais. No entanto, é importante se certificar de que cada um do grupo ficou responsável por uma parte do trabalho.

3. Empregue novas formas de avaliação

Além de inovar nas aulas, tente escolher novas formas de avaliar os alunos. Isso dará mais oportunidades para que eles demonstrem o aprendizado de outras maneiras além das provas tradicionais e permitirá que percebam o valor das habilidades que estão desenvolvendo, em vez de apenas decorar conteúdo. Você pode avaliar o desenvolvimento deles por meio de projetos em grupo ou participação em sala de aula, por exemplo. Não precisa se restringir às formas de avaliação mais utilizadas.

4. Utilize a tecnologia como aliada

Está cada vez mais difícil disputar a atenção dos estudantes com os smartphones. Por isso, use a tecnologia a seu favor. Atualmente, existem diversos jogos digitais que podem ser utilizados na educação. Você pode adaptá-los para o conteúdo que está sendo trabalhado e, assim, ajudar os alunos a desenvolverem suas competências mais facilmente.

5. Teste a sala de aula invertida

A estrutura de sala de aula invertida é uma prática cada vez mais bem-vinda para os educadores. Nesse modelo, deve-se pedir aos alunos que leiam materiais sobre os temas de estudo em casa, antes da aula, para que possam gerar discussões interessantes a respeito do assunto. Na escola, o educador passa a agir como um tutor dessas conversas, expandindo os conteúdos que os alunos já estudaram em casa, tirando dúvidas e avaliando o aprendizado.

Existem diversas formas de engajar os alunos em sala de aula. O ideal é você conhecer o perfil da turma e saber qual é a melhor maneira de obter a atenção dos estudantes. Também não é preciso se prender a apenas uma dessas dicas. Você pode variar e, cada dia, utilizar uma maneira diferente.

Agora que você aprendeu como engajar alunos no aprendizado, a aula ficará mais produtiva e prazerosa para todos que participam do processo educativo, inclusive para o educador. Ao descobrir novas formas de desenvolver o potencial dos alunos, o docente também aprende e evolui junto com a turma.

Gostou de saber como engajar os seus alunos na sala de aula? Então leia o nosso post para descobrir 3 maneiras de incluir a tecnologia na educação dos jovens!


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